De volta a São Paulo

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Depois de vários meses entre panelas e cursos franceses, estou de volta!

Foi um período muito produtivo em todos os sentidos. Aos poucos, irei  atualizar o blog com as novidades!

Para fazer um orçamento de oficina de culinária, mande um e-mail para contato@minigourmet.com.br com a quantidade aproximada de crianças, local e data da festa.

Ou pelo telefone (11) 999 83 00 98

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Cozinhando em Paris

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De julho/12 a fevereiro/13 estarei cozinhando e fazendo cursos em Paris.  E em março de 2013 voltaremos com muitas novidades!

Quem quiser falar comigo, pode escrever para contato@minigourmet.com.br

Abraço,
Denise

Bolo de Amêndoas e Abobrinhas com Calda de Limão

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Se seu filho (a) é daquele tipo que não come nada de verduras e legumes, uma sugestão é fazer receitas que tenham ingredientes “escondidos”. Este bolo é delicioso e muito nutritivo. A calda de limão é opcional.

 

INGREDIENTES

2 ½ copos de abobrinhas raladas (2 médias aproximadamente)

1 copo de amêndoas (ou nozes)

2 copos de farinha de trigo (280 gramas)

1 colher de  chá  de fermento em pó

½ colher de  chá  de bicarbonato de sódio

1 colher de chá  de sal

2 colheres de  chá  de canela

1 colher de  chá  de gengibre em pó

½ colher de  chá  de noz moscada

3 ovos

1 ¾ copos de açúcar (350 gramas)

1 copo de azeite de oliva extra-virgem

2 colheres de sobremesa de baunilha

Raspas de 1 limão

 

COBERTURA DE LIMÃO

¼ copo de suco de limão

1/3 copo de açúcar comum

1 copo de açúcar de confeiteiro (Glaçucar)

MODO DE FAZER

1. Pré-aqueça o forno a 180 C graus. Unte com manteiga e polvilhe com farinha uma forma redonda com tubo no centro. Reserve.

2. Rale as abobrinhas no ralo fino e ponha numa peneira enquanto prepara o resto para drená-las do excesso de liquido. Ponha as amêndoas num tabuleiro e leve ao forno por uns 10 minutos ou até começarem a perfumar a cozinha. Elas têm que estar levemente tostadas. Retire do forno e espere esfriar antes de picá-las.

3. Numa vasilha, misture a farinha, o fermento, o bicarbonato, o sal, a canela, o gengibre e a noz moscada. Reserve.

4. Na vasilha da batedeira, ponha os ovos, o açúcar e o azeite. Bata em velocidade media uns 3 minutos. Adicione então a baunilha e as raspas de limão e bata até incorporar na massa. Diminua a velocidade e adicione a farinha com os temperos, parando uma ou duas vezes para limpar as laterais da vasilha com a espátula. Bata mais uns 30 segundos em velocidade média.

5. Esprema um pouco as abobrinhas com as mãos para tirar o excesso de liquido e incorpore a massa junto com as amêndoas, em velocidade baixa. Derrame a massa na vasilha preparada e leve ao forno por 50 a 60 minutos ou até a faca sair limpa do centro do bolo.

6. Enquanto isso, misture os ingredientes da calda numa vasilha.

7. Retire o bolo do forno e deixe esfriar 10 minutos. Vire num prato ou numa grelha e vire de volta para ficar com a casca para cima (na mesma posição que foi assado). Entorne a calda de limão bem devagar, espalhando-a bem com uma faca pelas laterais. Deixe o bolo esfriar antes de partir.

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Vegetais dentro da barriga

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Pesquisadores descobrem que os bebês começam a gostar dos alimentos dentro da barriga

Se o seu filho não gosta de comer vegetais e legumes, o problema pode ter começado durante a gestação. Pesquisadores de uma universidade na Philadelfia, nos Estados Unidos, revelaram que o que a mãe come durante a gestação pode influenciar as preferências dos pequenos.

O estudo apontou que os sabores dos alimentos ingeridos pela mãe passaram para o bebê pelo líquido amniótico. Alimentos como baunilha, cenouras, alho, anis e menta são alguns dos que passaram da mãe para o bebê, revelou Julie Mennella, uma das responsáveis pela pesquisa, ao Daily Mail.

Para comprovar a teoria, os pesquisadores deram cápsulas de alho ou açúcar para as mulheres antes de realizarem um exame de líquido amniótico de rotina. Eles então pediram para voluntários cheirarem as amostras e apontarem quais eram das mulheres que tinham comido alho.

Para eles, o feto consegue “sentir o gosto” do alimento, já que sua sensibilidade depende 90% do cheiro. E isso faria com que a criança guardasse a informação até a hora de ser apresentado aos alimentos sólidos.

A pesquisadora Linda Bartoshuk, da Universidade da Flórida, afirma que a pesquisa pode fazer com que as crianças tenham uma alimentação mais saudável no futuro, com gostos para alimentos mais saudáveis desde a gestação.

Durante o estudo, pesquisadores pediram para que as gestantes se dividissem em três grupos: aquelas que tomavam suco de cenoura todos os dias, aquelas que só tomaram o suco durante a amamentação e aquelas que evitaram comer o alimento.Quando os bebês foram apresentados aos alimentos sólidos, aqueles cujas mães tomaram suco de cenoura durante a gestação e amamentação comeram mais cereais de cenoura do que o outro grupo.

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Você sabe escolher frutas corretamente?

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Cor, cheiro, consistência. Afinal, o que devemos observar ao comprar frutas?

Na feira ou no supermercado, a dica da nutricionista Juliana Simões, coordenadora de Nutrição, do Hospital do Coração (SP), é comprar as frutas da estação. “A safra da época é sempre melhor, tem mais nutrientes e sabor”, diz Juliana. A seguir, veja dicas para ajudar você a escolher as melhores frutas.

Abacate
A fruta deve ter a casca bem lisa, fina e verde. Aperte-os suavemente para verificar se estão firmes.

Abacaxi
O cheiro é um bom sinal de que a fruta está boa. Se é agradável, adocicado, está no ponto. Pressione com os dedos e, se estiver muito duro, ainda está verde. Confira se a casca está dourada e puxe uma folha da coroa: se sair fácil, está bem maduro.

Banana
Melhor que não esteja verde nem totalmente madura. Frutas muito maduras têm mais açúcar que fibras. A parte amarela da casca deve predominar sobre a preta.

Maçã
Rode na mão para ver se não há machucados na casca. Neles, os microorganismos podem se desenvolver. Quanto mais vermelha a maçã, mais doce.

Pêra
Se a casca está ligeiramente macia, cede um pouco ao toque, a pêra estará doce, saborosa. Se o cabinho sai fácil, está bastante madura, pronta para comer no dia.

Laranja
Prefira as mais pesadas, porque têm mais sumo. A consistência deve ser igual em toda a fruta, um lado não deve ser mais mole que o outro. Quanto mais laranja a casca, mais doce. Para as laranjas de casca amarelo-forte, as manchas de cor marrom mostram que estão doces e com mais suco.

Mamão
Confira se a fruta está macia e sem pontos de bolores na casca.

Manga
Ela deve estar macia ao toque, sem que a casca se rompa quando pressionada.

Melão
É uma das frutas mais difíceis de escolher porque possui a casca dura. Para começar, ela deve estar perfeira, firme, amarela, sem machucados ou partes amolecidas. Ao apertar a extremidade oposta ao caule esta deverá ceder levemente e ao ser sacudido se as sementes estiverem soltas, indica que este está pronto para o consumo.

Evite desperdícios

Aprenda a controlar o grau de maturação das frutas, principalmente no verão. As frutas mais maduras devem permanecer sobre refrigeração e deverão ser consumidas a curto prazo. As frutas mais verdes podem permanecer em temperatura ambiente até atingirem totalmente a maturação.

Para acertar na hora da lavagem

As frutas devem ser lavadas em água corrente para retirar a sujeira mais grosseira. Em seguida, para “matar” microorganismos, deixe-as imersas por 15 minutos em uma solução à base de hipoclorito na proporção de 1 litro de água para 1 colher de sopa de água sanitária.

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Bolo de Laranja

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Ingredientes

2 laranjas
1 xícara (chá) de óleo de canola (ou óleo de milho)
2 ovos
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
2 xícaras (chá) de açúcar
2 colheres (chá) de fermento em pó

Modo de Preparo

1. Preaqueça o forno a 180 °C (temperatura média). Unte uma assadeira retangular (ou redonda) com manteiga e polvilhe com farinha.

2. Com uma faca, descasque uma das laranjas (se não gosta de um sabor azedinho-doce, descasque as duas). A outra, lave bem, corte e descarte as pontas. Divida as frutas em quatro partes, no sentido do comprimento. Retire o miolo branco e pique cada gomo em pedaços médios.

3. No liquidificador, bata o óleo, os ovos e os pedaços de laranja até obter uma mistura homogênea.

4. Numa tigela grande, misture a farinha, o açúcar e o fermento em pó. Adicione o creme de ovos com laranja aos poucos, misturando delicadamente com uma colher de pau até a massa ficar bem homogênea.

5. Transfira a massa do bolo para a fôrma untada e leve ao forno preaquecido para assar por cerca de 45 minutos. Para verificar o ponto do bolo, espete um palito na massa. Se sair limpo, está pronto. Retire o bolo do forno e passe uma faca de ponta arredondada nas bordas. Deixe esfriar sobre o fogão por aproximadamente 30 minutos, ou até que fique morno, e desenforme. Regue com a calda quente.

Para a calda

Ingredientes

suco de 1 laranja
1/2 xícara (chá) de açúcar

Modo de Preparo

Numa panela pequena, coloque o suco de laranja e o açúcar e leve ao fogo médio. Quando ferver, conte 2 minutos e desligue o fogo. Reserve.

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Agrotóxico: os 10 alimentos mais perigosos

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Um estudo divulgado esse ano pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) colocou esses alimentos entre os mais perigosos para o consumo, por terem grande chance de sofrer contaminação excessiva ou uso errôneo de agrotóxicos. Aqui está, em ordem do mais perigoso para o menos, a lista dos top 10: pimentão (80,0%)uva (56,40%)pepino (54,80%)morango (50,80%)couve (44,20%)abacaxi (44,10%)mamão (38,80%)alface (38,40%)tomate (32,60%) beterraba (32,00%).

Da ANVISA, sobre os resultados do relatório:

…chama a atenção a grande quantidade de amostras de pepino e pimentão contaminadas com endossulfan, de cebola e cenoura contaminados com acefato e pimentão, tomate, alface e cebola contaminados com metamidofós. Além de serem proibidas em vários países do mundo, essas três substâncias já começaram a ser reavaliadas pela Anvisa e tiveram indicação de banimento do Brasil. De acordo com Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, “são ingredientes ativos com elevado grau de toxicidade aguda comprovada e que causam problemas neurológicos, reprodutivos, de desregulação hormonal e até câncer”. (grifo nosso)

A tabela a seguir mostra os resultados da pesquisa, que analisou amostras de 20 tipos de vegetais. Em 15 delas, encontrou agrotóxicos usados de forma irregular. A 1ª coluna mostra o número de amostras analisadas por alimento. Em seguida, na coluna ‘Não autorizados para cultura’, aparece o número absoluto e percentual das amostras onde aparece o uso irregular de agrotóxicos. No mesmo formato, a 3ª coluna ‘Acima do limite máximo de resíduo’ destaca as amostras que continham quantidades de agrotóxicos permitidos, mas além dos limites seguros. A 4ª coluna mostra a intersecção das amostras que se encaixam nas duas categorias. E, finalmente, a última coluna, mostra a chance de contaminação do alimento de acordo com a soma das modalidades anteriores. Os 5 alimentos que têm chance de contaminação abaixo de 10% estão marcados em verde água (de novo, o colorido é nosso). É um panorama nada animador, pois essa lista contém boa parte dos vegetais que, até mesmo por razões de saúde, somos incentivados a consumir.

A alternativa eficaz para evitar pesticidas é consumir orgânicos. Mas nem sempre isso é possível – já que esses vegetais costumam ser mais caros e não são encontrados em quantidade suficiente em todas as cidades. Por isso, uma solução intermediária é tentar eliminar os resíduos de agrotóxicos, quando possível. A nutricionista Cláudia Cardim, coordenadora do curso de nutrição da Universidade Veiga de Almeida, no Rio de Janeiro, dá as dicas para isso.

  • No caso de alimentos de origem animal (que podem ter sido contaminados pelos agrotóxicos pela água ou pela comida), retire a gordura aparente, pois algumas dessas substâncias são armazenadas no tecido gorduroso
  • Lave frutas e verduras em água corrente por pelo menos um minuto, esfregando com uma esponja ou escova
  • Tire as folhas externas das verduras e descasque as frutas, pois essas partes concentram mais agrotóxico
  • Diversifique os vegetais consumidos no dia a dia, pois isso reduz a ingestão de quantidades maiores de um mesmo agrotóxico
  • Como alguns pesticidas podem ser utilizados na fase final da maturação do alimento, reduza o risco comprando frutas e legumes mais verdes, e espere alguns dias antes de consumi-los.

Fonte: Patricia Patriota – Ambiental Sustentável http://ambientalsustentavel.org

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Pizza & Crianças

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Estima-se que a pizza surgiu há cerca de 6 mil anos, quando egípcios e gregos misturavam farinha e água e assavam em fornos quentes.

A novidade chegou à Itália, ganhou outros ingredientes e finalmente veio para o Brasil através dos imigrantes italianos.

Ingredientes:

1/2 xícara(s) (chá) de água morna(s)
1 tablete(s) de fermento biológico fresco
1 colher(es) (chá) de açúcar
1 1/2 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
1/2 colher(es) (chá) de sal
2 colher(es) (chá) de azeite extra virgem

Desmanche o fermento na água morna e acrescente o açúcar e 1 colher(chá) de farinha de trigo. Deixe dobrar de tamanho, misture com a farinha, o sal e o azeite. Misture a massa até formar uma bola.Coloque a bola em uma superfície polvilhada com farinha. Abra diversas vezes a massa, esticando e enrolando até obter uma massa elástica, mais ou menos 5 minutos.Coloque a bola de massa em uma tigela untada com azeite. Cubra com um pano úmido. A massa vai crescer pelo menos durante uma hora. Retire o excesso de ar da massa, apertando-a contra o fundo da tigela. Abra a massa em uma superfície polvilhada com farinha. Como ela é muito elástica, utilize um rolo para obter um disco de pizza mais rápido.

Coloque na assadeira, unte com um pouco de azeite e deixe crescer mais 30 minutos. Ligue o forno alto. Asse a pizza no forno pré-aquecido com a cobertura de sua preferência.

 
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Sopa cremosa de mandioquinha

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Como o friozinho ainda não acabou, que tal uma sopa deliciosa?

Ingredientes

2 mandioquinhas (batata-baroa)
1/2 cebola
1 dente de alho
1/2 colher (sopa) de azeite de oliva
2 xícaras (chá) de água
sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de Preparo

1. Com o descascador de alimentos ou uma faquinha, descasque as mandioquinhas. Corte-as em rodelas grandes.

2. Sobre uma tábua, pique a cebola e o alho.

3. Leve uma panelinha ao fogo médio. Quando aquecer, regue com o azeite. Junte a cebola e refogue, mexendo sempre, até ficar transparente. Neste momento, junte o alho e misture por 1 minuto.

4. Acrescente as rodelas de mandioquinha, a água e misture novamente. Tempere com sal e pimenta-do-reino e deixe cozinhar por 10 minutos ou até que a mandioquinha fique macia, desmanchando. Durante o cozimento a panela deve ficar parcialmente tampada. Desligue o fogo.

5. Bata tudo com o mixer na própria panela, com cuidado para não se queimar. Se preferir, deixe esfriar um pouco, transfira para o liquidificador, coloque um pano de prato dobrado sobre a tampa, segure firme e bata até que fique uma sopa lisa. Verifique o sabor; se quiser, tempere com sal e pimenta-do-reino. Um fio de azeite também vai bem. Sirva quente

Fonte: blog Panelinha

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Lancheira saudável

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Bruna Menegueço

Pesquisa americana mostra que o lanche de 9 entre 10 crianças atingem temperaturas que podem prejudicar a qualidade dos alimentos. Veja como garantir a segurança na hora de montar a lancheira do seu filho

Fruta, sanduíche e suco. Na hora de montar a lancheira do seu filho, você se preocupa em escolher alimentos para que ele faça uma refeição equilibrada. E como manter a qualidade do lanche até a hora do recreio da criança?

Um estudo feito pela Universidade de Texas, nos Estados Unidos, e publicado na revista científica Pediatrics, com 705 crianças que estavam na pré-escola, mostrou que o lanche de 90% delas foi considerado inadequado para consumo. Segundo os cientistas, os alimentos haviam atingido uma temperatura muito alta, o que facilita a proliferação de bactérias e pode causar doenças.

Os pesquisadores mediram a temperatura dos lanches uma hora e meia antes de serem consumidos. Das 705 lancheiras testadas, 39% não tinham nenhum tipo de refrigeração – como gelo reutilizáveis ou embalagens térmicas – e 45% tinham apenas um gelo. Cerca de 82% dos lanches estavam na temperatura ambiente.

Apesar do resultado alarmante, os médicos ainda não sabem o impacto que isso pode causar na saúde e no desenvolvimento das crianças. “Este é um estudo provocativo”, diz o pediatra Michael Green, do Hospital Infantil de Pittsburgh, nos Estados Unidos.

Para garantir a segurança dos alimentos que seu filho leva na lancheira, o primeiro passo é saber a hora do recreio da criança. “O tempo entre o preparo e a hora do consumo é fundamental para acertar na escolha”, diz a nutricionista Werusca Barrios, do Hospital Samaritano, em São Paulo. 

Tanto a lancheira quanto a garrafa têm de ser térmicas e no caso de alimentos que precisam de refrigeração, a saída é colocar gelos reutilizáveis. “Para calcular a quantidade de gelinhos, inclua sempre o suficiente para igualar o peso de todos os alimentos juntos”, diz a nutricionista. Por exemplo, se um iogurte, uma fruta e um sanduíche pesam 250 gramas, coloque a mesma quantidade de gelos na lancheira.

Se possível, deixe a lancheira vazia na geladeira durante a noite. Ela vai absorver a temperatura e manter o gelo e a qualidade dos alimentos por mais tempo. O mesmo vale para a garrafa térmica.

 Escolha bem os alimentos

Na hora de escolher os alimentos, lembre-se que os derivados do leite – como iogurtes, queijos, requeijão – são mais sensíveis às mudanças de temperatura e perdem a qualidade facilmente. Com os cuidados adequados, esses alimentos mantêm as características por duas horas. O mesmo tempo vale para os embutidos, como peito de peru e presunto.

As melhores frutas são maçã, pêra, banana, pêssego, goiaba, uva e nectarina. As frutas que precisam ser descascadas como mexerica e manga perdem um pouco de nutrientes. Antes de embalar, higienize bem a fruta. As que a criança consome a casca têm de ser lavadas em água corrente e depois colocadas em uma solução clorada (o produto é vendido em supermercados, veja no rótulo da embalagem como proceder). Se a casca for descartada, só lave e seque.

Pães, biscoitos, cookies, barrinhas não estragam, assim como queijos processados e sucos industrializados. Na hora de escolher a melhor opção para o seu filho, cheque se no rótulo do suco, há corante ou sabor artificial. Fuja desses e prefira sempre os preparados com frutas.

Fonte: Revista Crescer

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