Cozinhando em Paris

Posted under Gastronomia

De julho/12 a fevereiro/13 estarei cozinhando e fazendo cursos em Paris.  E em março de 2013 voltaremos com muitas novidades!

Quem quiser falar comigo, pode escrever para contato@minigourmet.com.br

Abraço,
Denise

Aula 18/02 (tarde) e 21/02 (manhã): Pão de mel e suco de cupuaçu

Posted under Crianças, Gastronomia, Nutrição

O ano começou agitado! Tivemos oficinas na Bondinho (pompéia) e na Turma do Haroldo (higienópolis).  As aulas regulares na Turma do Haroldo agora serão mensais. Desta maneira, será possível fazermos aulas em outros bairros da cidade. Em breve os novos locais serão divulgados.

As próximas aulas já estão marcadas. Serão nos seguintes dias:

18 de fevereiro (sexta), das 14 às 15:30h

21 de fevereiro (segunda), das 10 às 11:30h

A Turma do Haroldo, fica na rua Dr. Gabriel do Santos, 211- higienópolis.

As inscrições devem ser feitas com antecedência, pois as vagas são limitadas (até 10 crianças por turma). Ideal para crianças acima dos 3 anos.

Menu: pão de mel e suco de cupuaçu

Valor: R$ 50 por criança

Inscrições: Denise Haendchen

email: denise@minigourmet.com.br

Tel: (11) 99830098

Tags:

Sorteio na Baby Bum

Posted under Gastronomia, Nutrição

No último dia da Baby Bum sorteamos 4 oficinas de culinária. Foram mais de 300 concorrentes. As sortudas foram avisadas por email. Parabéns Lígia, Isis, Andreia e Marisa!!

Aproveito para agradecer a todos que visitaram o estande da Mini Gourmet.

Até a próxima!

Tags:

Costura e culinária viram cursos para crianças a partir de 3 anos em SP

Posted under Crianças na cozinha, Gastronomia

Julia e Gabriel fazem cookies na aula da Mini Gourmet (Foto: Juliana Cardilli/G1)

Aulas estimulam contato com a família e organização de meninos e meninas.
Projetos ficam prontos em uma aula; eles sempre levam amostras para casa.

Juliana Cardilli Do G1 SP

Cozinhar e costurar são habilidades que antigamente eram aprendidas pelas crianças em casa, com suas mães e avós. Com o passar dos anos, elas se tornaram tema de cursos para adultos que não tiveram o ensinamento na infância ou queriam se aperfeiçoar. Agora, em São Paulo, famílias que não têm tempo ou a habilidade para ensinar podem colocar seus filhos em cursos de gastronomia e costura, que começam a ganhar a preferência da garotada frente aos tradicionais balé, natação e curso de inglês.

Pensada para parecer uma sala de costura na casa da vovó, a Love Blankie, que fica na Vila Nova Conceição, Zona Sul da capital paulista, promove aulas particulares de costura. Delas, as pequenas alunas já saem com um projeto pronto. A dona, Fernanda, resolveu montar o local após perceber o interesse de sua filha pela costura e não encontrar nenhum curso do tipo no Brasil.

“Fui para o exterior e comecei a pesquisar. Quis fazer uma boutique de costura para meninas. É pequeno, mas de um jeito doce, aconchegante. Tudo fica à mostra, ao alcance delas, elas podem mexer, escolher o que querem. Eu não dou palpite nas cores, modelos, só digo se dá para fazer ou não. Eu entro na onda delas, é o que elas querem fazer”, conta.

Hoje são 18 alunas, e já há lista de espera. Uma das mais animadas é Maria Elisa Tannure, de 6 anos. “Ela já costurava com a minha mãe, que tem uma loja. Quando falei para ela daqui, ela quis na hora. Ela pode sair do balé, da natação, mas não da aula de costura. É um momento muito feliz na semana dela”, conta Fernanda Tannure, mãe da menina. “Já fiz uma bonequinha, uma saia. Pedi para a vovó comprar uma máquina de costura para mim”, diz Maria Elisa.

Os projetos são feitos para conclusão em uma aula – as alunas já fizeram saias, aventais, bichinhos, corujas, almofadas, travesseiros. No processo, elas aprendem a cuidar de seus pertences – ganham uma cesta com linhas, alfinetes e outros artigos para a costura – e a ter planejamento. “Costurar ensina a planejar, organizar, ter cuidado. Desenvolve foco, atenção, objetivo, e tem a realização pessoal, a sensação do ‘eu que fiz’”, afirma Fernanda.

A costura e a culinária não estão sozinhas: quem quer algo mais animado também pode fazer curso de DJ. A DJ Lisa Bueno ensina os pequenos a mexer com vinil, CD e software em computador. As técnicas no curso, que tem nível básico e avançado, são as mesmas passadas aos adultos.

Entre panelas e formas
O sentimento de realização pessoal também é muito importante nas aulas de culinária. Na Mini Gourmet, idealizada pela chef e nutricionista Denise Haendchen, as crianças, além de produzirem e provarem as receitas feitas na aula, levam para casa uma amostra do que foi feito e a receita escrita para repetir. As aulas são feitas em um buffet infantil em Higienópolis – enquanto esperam os quitutes ficarem prontos, os pequenos aproveitam para brincar.

“A ideia é que fosse algo bem lúdico, sem obrigação. Elas fazem a receita e depois vão brincar. A junção dos dois funciona bem”, diz Denise, cuja própria filha também foi inspiração para o novo negócio. As aulas começaram há cerca de um ano, e no início eram feitas na casa da professora, para os amigos da filha Julia, de 5 anos. “O meu intuito é trazer a gastronomia para o mundo das crianças. Tento colocar coisas novas nas receitas. A criança tem que provar várias coisas. Se ela nunca conhecer, ela não come.”

As receitas são sempre voltadas para o universo infantil – bolos, tortas, biscoitos, bolinhos –, mas com ingredientes diferentes. Na aula acompanhada pelo G1, por exemplo, foi feito um biscoito de amendoim com linhaça, farinha integral e açúcar mascavo. Em geral, segundo Denise, elas aceitam bem os sabores. “O repertório de alimentos vai aumentando, elas passam a saber que a cozinha existe, e que há limites nela.”

Gabriel, de 4 anos, é um dos alunos que vão toda semana às aulas. Tímido, o menino se envolve e se suja na aula, para a alegria da mãe. “As refeições em casa sempre foram muito valorizadas. É preciso um cuidado com a criança para que ela veja o alimento como algo agradável”, diz ela. “Em casa a gente faz bolo, ele quer quebrar o ovo, misturar a farinha. E depois da aula ele começou a querer provar mais as coisas. Ele traz ingredientes muito diferentes.”

Na Mini Gourmet as aulas são voltadas para crianças de 3 a 10 anos, mas outras escolas de gastronomia promovem cursos esporádicos para os pequenos e até aqueles mais velhos, já adolescentes. No Tomazoni Gastronomia, em São Bernardo do Campo, no ABC, eles são alvo de cursos nas férias e no mês de outubro. Nos outros meses, às vezes há a presença de meninas nos cursos de confeitaria, acompanhadas das mães ou avós.

“A gastronomia não tem idade, comer nós precisamos todos. Para as crianças eu trabalho os sentidos, o olfato, a audição. Faço a valorização dos ingredientes, das ervas”, conta Ana Maria Ruiz Tomazoni, que cuida da escola de culinária no local há 25 anos. “É preciso paciência para fazer com que a criança descubra os sentidos, não só dar a receita. É preciso ensiná-las a se nutrir bem.”

Serviço:
Love Blankie

Telefone: 3846-4160

Mini Gourmet
Telefone: 9983-0098

Tomazoni Gastronomia
Telefone: 4121-5315

Tags: ,

Em aulas de culinária, crianças aceitam novos alimentos e treinam coordenação

Posted under Crianças na cozinha, Gastronomia, Nutrição

Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress

GABRIELA CUPANI
DE SÃO PAULO
JEANINE LEMOS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA DE SÃO PAULO, 12/10/2010

Até pouco tempo atrás, cozinhar era uma atividade para lá de rotineira e desprovida de qualquer glamour. As crianças aprendiam o ofício -e pegavam o gosto pela coisa- ao lado de mães e avós.

Hoje não se fazem mais avós como antigamente e muitas mães nunca pisaram numa cozinha- ou não têm tempo para isso.

Mas, de uns tempos para cá, cozinhar virou moda. A febre chegou às crianças: ateliês e cursos infantis de culinária se multiplicam e os colégios aderiram à onda.

A Escola Wilma Kövesi de Cozinha, uma das pioneiras em São Paulo, oferecia quatro turmas infantis por ano em 2004. Hoje são seis, com 18 alunos, com igual procura de meninos e meninas.

“Muitas mães não querem as crianças na cozinha por causa dos perigos e da sujeira”, diz Vera Xavier, gerente do Atelier Gourmand.

Quem procura esses cursos não são apenas as mães desesperadas, preocupadas que os rebentos cheguem à idade adulta sem saber a diferença entre forno e fogão.

Hoje, a missão dessas aulas está muito mais ligada à promoção de uma relação mais saudável dos pequenos com a alimentação.

“A intenção é ultrapassar o ensino das receitas e introduzir uma cultura do alimento, estimular a conscientização de que é importante se alimentar bem. E muitas mães, hoje, não têm tempo para isso”, diz Marisa Furtado, da escola Madame Aubergine.

“As aulas ajudam a derrubar preconceitos”, diz a professora Betty Kövesi.

Quando é a própria criança que prepara a comida, caem muitos mitos e ela fica com vontade de experimentar sabores novos, segundo a nutricionista Silvana Cintra.

“As aulas são uma forma de educar os pais, e estimulam que eles também se interessem mais pela alimentação”, explica ela.

POTINHOS

Esse é o caso da professora Camilla Guimarães, 33 anos, mãe de Maria Beatriz, 9, e de Alice, 2. Depois de desenvolver diabetes gestacional na segunda gravidez, ela teve de modificar sua relação com a comida. “Não queria que minhas filhas tivessem problemas de saúde relacionados à má alimentação”, diz. “Quando era criança, minha mãe nunca cozinhava. Tudo o que comíamos eram potinhos. Acho que vem daí meu problema com a comida. Por isso quero uma experiência diferente para minhas filhas”, conta Camilla.

A mais velha ainda não está totalmente convencida, mas já arrisca dizer que gosta do cheiro do alho e da cebola.

A advogada Camila Junqueira Franco, 36, mãe de Isabel, 4, e Luiz Antônio, 2, não consegue fazer a filha comer legumes -exceto quando estão na sopa.

Com o curso, pretende despertar a curiosidade em relação aos vegetais e mudar o discurso da menina de que “salada é coisa de adulto”. Até aqui, vem dando certo.

A menina ainda não desenvolveu o gosto por abobrinhas, mas quando brinca de supermercado já coloca no carrinho de brinquedo cenouras e tomates.

Para a especialista em nutrição pediátrica Denise Haendchen, do Mini Gourmet, os resultados positivos desses cursos também ocorrem pela relação especial das crianças com a professora.

“A tendência é que utilizem a alimentação como uma forma de barganha com os pais, até porque essa é uma das poucas coisas que conseguem controlar.”

Além do orgulho de ter feito a comida e do estímulo de ver os amigos provando, não há pressão nem negociação.

Outros benefícios são o desenvolvimento da criatividade, da coordenação motora e até de noções de matemática.

No entanto, usar as aulas para ensinar conteúdos de forma regular não é consenso. “Sou contra o viés utilitarista. Essas aulas não devem ser vistas como estratégia para chegar a um conhecimento sobre matemática ou nutrição, por exemplo”, diz a psicóloga Rosely Sayão, colunista da Folha.

Para Sayão, elas podem servir de apoio dentro de disciplinas, como laboratório. “Na educação infantil, são uma ótima estratégia para se conhecer melhor, desenvolver os sentidos, socializar”, exemplifica a psicóloga.

“Elas percebem cheiros, texturas, gostos”, diz Paula Bacchi, orientadora do Infantil e Jardim do Colégio Santa Maria, em São Paulo.

“Nada contra fazer uma oficina nas férias, mas a prática regular dessa atividade deveria acontecer em casa, e não em cursos. A cozinha de casa tem o poder de agregar e ali a criança tem o sentido de pertencimento, aprende tradições alimentares”, lembra Sayão.

As mães modernas vão ter que se preparar para arregaçar as mangas também -e relevar toda aquela farinha espalhada pelo chão.

COZINHA É O LUGAR MAIS PERIGOSO DA CASA

Segundo Denise Haendchen, é melhor informar as crianças sobre as regras básicas de segurança do que afastá-las da cozinha. É preciso avisá-las do perigo de mexer na gaveta de facas ou do que pode acontecer com uma panela quente. “Sem a noção das consequências, meninos e meninas correm mais risco. E é preciso repetir muitas vezes sobre o que pode machucar”.

REGRAS

Fogão e aparelhos como batedeiras e liquidificadores só devem ser manuseados por adultos

Crianças devem ser ensinadas a apenas observar quando é necessário aquecer algo, mesmo que seja só no micro-ondas

Crianças não devem manipular facas e outros utensílios cortantes. Nos cursos, os ingredientes são previamente cortados

Panelas devem ficar nas bocas de trás do fogão e sempre com os cabos virados para dentro

ONDE ENCONTRAR CURSOS PARA CRIANÇAS

EM SP

Mini Gourmet
www.minigourmet.com.br

Madame Aubergine
www.madameaubergine.com.br

Atelier Gourmand
www.ateliergourmand.com.br

Escola Wilma Kövesi de Cozinha
www.wkcozinha.com.br

Béth Soâres Paladar e Requinte
www.bspaladarerequinte.com.br

NO RIO

Ma Cuisine
www.macuisine.com.br

Cozinha para desfrutar

Posted under Crianças na cozinha, Gastronomia, Tradições familiares

 

Texto de Rosely Sayão

Folha de São Paulo, 06/05/2010

Conversei com um garoto de seis anos e ele me contou que, quando o pai cozinha, ele vai jantar e dormir na casa da avó -o que, por sinal, ele disse adorar. Perguntei se ele não gosta da comida que o pai prepara e ele respondeu que é sempre uma “comida muito estranha”. Na casa da avó ele gosta de jantar arroz, feijão, picadinho e salada.

A arte culinária -ou gastronomia- está mesmo na moda. Homens e mulheres têm se dedicado a comprar livros e pesquisar receitas, conhecer ingredientes novos e locais onde se vendem produtos de qualidade, comprar utensílios dos mais variados tipos -que vão do sofisticado ao antigo com novo desenho etc. Até as escolas têm usado a cozinha como laboratório de ensino para as crianças.

Há quem nunca tenha se interessado pela cozinha e agora se deleita com essa nova descoberta. Jantar em restaurantes de chefs aclamados, assistir a programas de televisão com esse tema, frequentar sites e blogs que exploram o universo da gastronomia e promover jantares em casa para os amigos têm sido bons programas para essas pessoas.

A cozinha e a sala de jantar transformaram-se, para muita gente, em locais de jogo de adulto, e nem sempre as crianças desfrutam dessa brincadeira de gente grande. Sim: o jogo é importante na vida de todos, mas, num mundo em que as crianças foram invadidas pelo mundo adulto, parece que esse espaço lúdico ficou reservado aos adultos.

Cozinhar é um ato generoso e de amor. O primeiro contato da criança com esse mundo dá-se por meio da alimentação: é pela amamentação que o bebê estreita seu vínculo com sua mãe, aconchega-se a ela, sente seu cheiro, o calor de seu corpo e se acalma. Entretanto, num mundo em que a oferta de alimentos industrializados é intensa e sedutora, logo as crianças são apresentadas às guloseimas vendidas e muitas famílias passam a acreditar que é disso que elas mais gostam.

Uma pesquisa recente, realizada com famílias de todas as classes sociais, apontou que bebês a partir de quatro meses já comem bolachas, massas congeladas etc. Nas escolas, podemos constatar esse costume pelo conteúdo das lancheiras das crianças pequenas: salgadinhos, biscoitos recheados, bolos e sucos industrializados ganham longe dos lanches feitos em casa. E vale dizer que, além de as crianças gostarem, a praticidade de montar um lanche desse tipo conta muito para as mães.

O interessante é que é justamente na cozinha e na sala de jantar, de onde muitas crianças foram banidas, que elas poderiam conhecer, na prática, as tradições, as histórias e a cultura de sua família, experimentar o sentimento de pertencer a um grupo, ser alimentada com amor, atualizar os afetos familiares e perceber o quanto o mundo é vasto e diverso. Mas, em vez disso, ficam sabendo das mazelas do mundo adulto enquanto comem as mesmas coisas de sempre em frente à televisão.

O estilo de vida urbano parece impedir a reunião familiar, incluindo as crianças, nos horários de alimentação. Mesmo assim, é possível fazer isso acontecer com regularidade. Para tanto, insisto, é preciso encarar o ato de comer como um fato social acima de tudo.

Os pais, hoje principalmente as mães, usam e abusam da frase “eu te amo” com os filhos. Talvez isso seja necessário porque faltem atos que expressem esse amor, entre eles o de cozinhar amorosamente para eles e o de desfrutarem juntos do resultado obtido.

Tags: , ,

Mini Gourmet no Estadão

Posted under Crianças, Gastronomia, Receitas

Foto: Ivan Dias/AE

Saimos no guia do Estadão na sexta passada (17/09). A matéria  foi super bem feita pela jornalista Fernanda Araújo. Ela acompanhou uma oficina que fizemos pizza integral. Veja as fotos e a receita no Blog do Estadinho http://blogs.estadao.com.br/estadinho/tag/mini-gourmet/

Tags: , , ,

Programação de Outubro

Posted under Gastronomia, Nutrição, Receitas

Turma manhã-  sextas-feiras das 10 às 11:30h
Dias 01, 08, 22, 29 de outubro

Turma tarde- quartas-feiras das 15 às 16:30h
Dias 06, 13, 20, 27 de outubro

Receitas do mês

Semana 1- Muffin integral de banana

Semana 2- Bolinhos de abóbora

Semana 3- Bolachinhas de amendoim (com aveia e linhaça)

Semana 4- Bolo integral de limão e nozes

Local: Buffet Turma do Haroldo
Rua Dr. Gabriel dos Santos, 211- Higienópolis

Valor: R$160 pacote de 4 aulas ou R$ 45 aula avulsa

Inscrições:
Denise Haendchen
denise@minigourmet.com.br
(11) 9983 0098

Tags: , , , , , ,

Mini Gourmet no Orangotango

Posted under Gastronomia, Nutrição

A Paula Bertone, da Orangotango, escreveu um post super bacana sobre a Mini Gourmet. Leia aqui http://blog.orangotangoloja.com.br/

Tags:

Programação de setembro

Posted under Crianças, Gastronomia, Nutrição, Receitas

Turma manhã- sextas-feiras das 10 às 11:30h

Dias 03, 10, 17 e 24 de setembro

 Turma tarde –quartas-feiras das 15 às 16:30h

Dias 01, 15, 22, 29 de setembro   

Receitas do mês

Semana 1- Pão de iogurte e mel

Semana 2- Pizza integral personalizada

Semana 3- Biscoito de gengibre

Semana 4- Torta salgada de milho com linhaça

Tags: , , ,