Hambúrguer? Sim, hambúrguer!

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Hoje eu venho aqui defender o hambúrguer! Claro que há muitos ai no mercado que são ruins demais! Porém, um hambúrguer caseiro, é muito mais saudável e saboroso.

Não existe uma versão definitiva para a origem do hambúrguer. Uma delas conta que tudo começou com os guerreiros tártaros que levavam carne embaixo da sela de seus cavalos para amaciar e conservá-las. Elas eram consumidas sem serem cozidas. Em homenagem a esse fato os alemães batizaram o famoso prato de carne crua temperada com ovo cru, cebola, vinagre e sal de steak tartar.

Quando os imigrantes germânicos originários de Hamburgo chegaram à América no início do século XIV, eles trouxeram sua receita, que foi frita para se adaptar ao gosto local. Com o passar do tempo ela foi se popularizando e evoluindo, tomando a forma do sanduíche que conhecemos hoje em dia.

A responsável por dar a forma final e difundi-la para o grande público foi a White Castle, primeira cadeia de hambúrgueres do mundo, inaugurada em 1924 nos Estados Unidos. No Brasil a moda do hambúrguer se espalhou através da lanchonete Bob’s, que inaugurou sua primeira loja em 1952 em Copacabana, no Rio de Janeiro.

INGREDIENTES

350 gr de patinho moído(s)
quanto baste de sal
150 gr de contrafilé moído(s)

MODO DE PREPARO

  Misture bem as carnes. Divida-as em quatro porções. Faça uma bola com a carne, coloque dentro de um saco plástico cortado e pressione com uma superfície plana para formar o hambúrguer. Pode ser o fundo de um prato de sobremesa. Ele deve ficar com um cm de altura aproximadamente. Esquente bem uma chapa ou frigideira e unte com óleo. Use um guardanapo para ajudar a espalhar o óleo e retirar o excesso. Grelhe o hambúrguer de um lado até ficar dourado. Vire e tempere com o sal. Faça a mesma coisa com o outro lado. Sirva em pão de hambúrguer com o seu acompanhamento preferido.
 
Dicas
  Acompanhamentos e Molhos:- Queijo prato
- Queijo cheddar
- Queijo mussarela
- Queijo gorgonzola
- Queijo provolone
- Requeijão
- Maionese
- Alface
- Tomate
- Rúcula
- Agrião
- Champignon temperado (alho, salsinha, azeite, pimenta-do-reino e sal)
- Bacon
- Cebola frita
- Molho vinagrete
- Molho tártaro (maionese, pepino em conserva, alcaparra e azeitona)
- Iogurte com hortelã (Iogurte, hortelã picada, cominho e uma pitada de açúcar mascavo)
- Guacamole (abacate, tomate picado, alho amassado, cebola picada, limão e coentro)
- Mostarda com mel
 

Dicas para o seu hambúrguer:

A chapa deve estar bem quente para que o seu hambúrguer fique dourado por fora e suculento por dentro. Para deixar o hambúrguer mais macio, adicione um pouco de água, uns 60ml para cada quilo de carne.

O hambúrguer original é feito somente com carne, mas você poderá adicionar alguns ingredientes para dar um sabor diferente. Esses são algumas idéias que podem ser usadas sozinhas ou em combinação com outras: cebola picada, alho, pimentão, azeitonas, queijo parmesão, ervas (manjericão, cebolinha, salsinha), molho inglês e shoyu. Fique a vontade para inventar a sua receita.

Você poderá comprar alguns acessórios para deixar o seu hambúrguer igual ao da lanchonete: chapa de ferro, espátula, abafador (para derreter o queijo), bisnagas (para catchup, mostarda) e saquinhos de papel para acondicionar o sanduíche.

Você também poderá utilizar a bisnaga para borrifar água em cima do queijo. O vapor que se formará dentro do abafador ajudará a derretê-lo.

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PROJETO PAIS E FILHOS NA LIVRARIA CULTURA

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Sexta-feira, 20 de maio, às 19h30

 Tema: Alimentação para crianças

 Local: Auditório da Livraria Cultura Villa-Lobos

Palestrante: Denise Haendchen

 Na fase de crescimento, a alimentação infantil requer muita atenção dos pais. Na contramão disso está o paladar das crianças, que frequentemente protesta na hora de aceitar alimentos ricos em nutrientes. Nesta noite, a nutricionista Denise Haendchen abordará a alimentação dos pequenos, buscando dicas de como atrair as crianças para o mundo das comidas saudáveis.

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Festa em casa…e com cupcakes!!

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Adoro quando me mandam fotos das festas que fizemos. As fotos a seguir são do aniversário de duas irmãs muito lindas, a Júlia e a Luísa.

Na festa, fizemos uma oficina de decoração de cupcakes.  Todas as fotos são da fotógrafa Janine Trassi.

Quem quiser ver mais fotos da festa e conhecer o trabalho da Janine, passe no blog: http://janinetrassi.blogspot.com/

Você sabe o quanto influencia as escolhas alimentares do seu filho?

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Pesquisa brasileira mostra que o exemplo dos pais é fundamental para definir bons hábitos nas crianças

Verduras, legumes, frutas e sucos fazem parte do seu dia a dia? Então, é muito provável que seu filho também aprove esses alimentos. Mas, e a batata frita, o sorvete e o hambúrguer? Pois é, melhor pensar duas vezes antes de tomar aquele sundae na frente dele. Uma pesquisa da Faculdade de Saúde Pública, da Universidade de São Paulo (USP) avaliou o quanto crianças gostam dos alimentos que habitualmente fazem parte da sua rotina e como os pais atuam em relação à alimentação de seus filhos. O estudo faz parte da tese de doutorado da nutricionista Isa Maria Jorge.

Para chegar a esse resultado, Isa observou o comportamento de 400 crianças entre 4 e 6 anos e 190 pais. Para cada criança, ela mostrou 29 fotografias padronizadas de alimentos comuns em suas dietas que foram escolhidos pelos pais. Para julgá-las, elas usaram uma escala com cinco rostos. O primeiro está gargalhando, o segundo está sorrindo, o terceiro, sério, o quarto bravo e o quinto, chorando. Os pais tiveram que responder a questionário sobre atitudes e práticas alimentares frente à alimentação da criança.

O resultado da aceitação não foi uma surpresa para a pesquisadora: as crianças demonstraram preferência por alimentos ricos em gordura e açúcares, os mesmos que os pais delas. Mas, quando os pais comiam mais verduras o mesmo acontecia com as crianças. Batata frita, pizza, chocolate, salgadinhos tipo chips, salsicha, biscoito recheado e refrigerante foram alguns exemplos. Entre os dez alimentos mais aceitos, somente três são saudáveis: frango, iogurte e melancia. Entre os mais rejeitados pelas crianças destacam-se as hortaliças, como o chuchu, sopa de legumes e purê de batatas. Por isso, a pesquisadora alerta para a importância do contato desde cedo com alimentos naturais e saudáveis, antes que o paladar seja “conquistado” pelo forte apelo saboroso dos alimentos de alta densidade energética.

Em relação aos adultos, o estudo mostrou duas práticas comuns no dia a dia. Pressionar o filho a comer é hábito entre os pais das mais magras. “Mas está errado, já que dessa forma, a criança perde o prazer pelo alimento”, diz Isa. Já a preocupação com excesso de peso é maior nos pais das crianças que estão obesas. A maioria das famílias tem dificuldade para reconhecer que o sobrepeso dos filhos é, sim, um problema de saúde. Na pesquisa, este foi o principal fator para o desenvolvimento da obesidade em crianças. O segundo foi o excesso de peso dos pais. “Comprovei que as chances de as crianças terem um ganho de peso são maiores quando os pais são obesos”, explica Isa. Por isso, da próxima vez que decidir comer aquele pacote de batata frita, pense antes no exemplo que está dando ao seu filho. Se desistir, estará fazendo bem para vocês dois.

Fonte: Revista Crescer

Tortinha de batatas, mussarela e tomates

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Foto e receita: Atena Kasper

Quer fazer algo rápido e delicioso para seu filho? Compre massa de pastel na feira mais próxima de sua casa. Coloque a massa em forminhas de empada ou muffins, cubra com mussarela, tomates picados e batatas já assadas picadinhas (pode ser qualquer legume que tenha sobrado do almoço!). Salpique orégano por cima. É só colocar no forno médio até dourar a massa. Fácil, não? Dá para fazer de abobrinhas, beterraba, chuchu, cenoura, etc. Delícia!!

Como fazer seu filho gostar de comida saudável

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Por Talita Marques do site www.materna.com.br

Sim, gostar, e não apenas comer por obrigação. O Materna conversou com a nutricionista Tatiane Trevilato sobre a alimentação dos pequenos, buscando dicas de como atrair as crianças para o mundo das comidas saudáveis.

 

Na fase de crescimento, a alimentação infantil requer muita atenção dos pais. Na contramão disso está o paladar das crianças, que frequentemente protesta na hora de aceitar alimentos ricos em nutrientes.

Sobre a introdução de comidas saudáveis, Tatiane avalia: “Dizer para a criança comer porque faz bem à saúde ou propor recompensas não funciona. É melhor educá-la para sentir prazer e apreciar o gosto dos alimentos”.

Os pais devem dar o exemplo. Influenciáveis, as crianças procuram coerência na alimentação de quem está por perto. Essa foi a experiência de Roseane Farias, 29, mãe de André, 6. Ela conta que o filho sempre gostou de verduras, frutas e legumes. “Isso se deve especialmente ao pai, que sempre comeu vegetais com vontade e André quis imitá-lo”, comenta.

A reação de André é bastante comum,segundo a nutricionista: “O simples fato de a criança ver os pais comendo uma fruta estimula o consumo e a associação positiva”.

E quando a criança pede fast-food, qual deve ser a estratégia dos pais?

“O ideal é combinar com a criança que uma vez por mês ela comerá o fast-food desejado”, estima a nutricionista, acrescentando que os pais devem ser firmes, mas com muito cuidado para não criar uma ideia de “desejo proibido” acerca desse tipo de comida.

De acordo com Tatiane, para não sobrecarregar as crianças, os pais não podem tentar introduzir de uma só vez todos os alimentos que julgam saudáveis. “Ao invés disso, eles devem ser servidos um por vez, sempre acompanhados de um dos pratos preferidos da criança”.

A facilidade de se obter, hoje em dia, receitas saudáveis e divertidas deve ser utilizada pelos pais. Eles devem tirar proveito dos interesses do filho por brinquedos e personagens de desenhos animados, a exemplo do “suco do Shrek”, que pode levar agrião ou espinafre junto a um suco de laranja ou maracujá. Além disso, há opções como “brigadeiro com mandioca, panqueca com massa de beterraba, cenoura ou espinafre”, exemplifica Tatiane.

Acompanhe a entrevista na íntegra.

Materna: O que você sugere a uma mãe cujo filho não gosta de comer? Alguns pais introduzem lanches como paliativo e acabam criando hábitos ruins de alimentação. Nesse caso, vale dar suplementos que aumentem o apetite?

Tatiane: Uma boa dica é a familiarização com o alimento, pois as crianças aceitam melhor um alimento que já viram e tocaram. Não se pode introduzir de uma só vez, por exemplo, todos os vegetais amargos. Ao invés disso, sirva-os um por vez, sempre acompanhados de um dos pratos preferidos da criança.

Dizer para a criança comer porque faz bem para a saúde ou propor recompensas não funciona. É melhor educá-la para sentir prazer e apreciar o gosto dos alimentos.

Entre dois e três anos de idade, as crianças apresentam uma diminuição no crescimento e ganho de peso, o que acarreta em uma redução do apetite, que nessa fase é irregular e variável. O melhor é respeitar a vontade da criança, mas sem substituir o alimento recusado por bolachas e doces. Além de não ser saudável,  a criança pode perceber tal mecanismo e acabar manipulando os pais com comida. Se a fase de inapetência se mantiver, o ideal é procurar um pediatra para verificar a necessidade de introdução de um suplemento.
 

Materna: Que truques os pais podem usar para atrair as crianças para o mundo dos alimentos ricos em nutrientes?

Tatiane: Quando a criança começar a manifestar interesse por alimentos como legumes e frutas, deve-se preparar pratos de uma maneira criativa, coloridos, com carinhas, peixinhos, estrelas. Hoje temos diversas receitas atrativas e saudáveis, como suco verde apresentado como o “suco do Shrek”, brigadeiro com mandioca, panqueca com massa de beterraba, cenoura ou espinafre, enfim, uma grande variedade de receitas que facilitam a aceitação da criança.

Materna: Que alimentos você citaria como queridinhos das crianças e, ainda assim, ótimos para a saúde?

Tatiane: Sucos de frutas, salada de frutas, pão com requeijão, pão com queijo e biscoitos integrais. Desde que a criança não apresente intolerância, os leites e derivados também entram na lista. São eles os queijos, iogurtes e leites fermentados.

Materna: Você acha que a alimentação dos pais influi muito na dos filhos?

Tatiane: Esse é um fator importantíssimo. Os filhos são o reflexo dos pais também na alimentação. Não adianta uma mãe querer que o filho coma salada se ela não come. Desde muito cedo e mesmo sem entender, a criança tende a imitar os hábitos dos pais. Se ela percebe os pais comendo um vegetal com satisfação, vai associar prazer àquele alimento.

A criança precisa crescer tendo contato com frutas, legumes e hortaliças. Para ela, um gesto vale mais que muitas palavras e o simples fato de a criança ver os pais comendo uma fruta estimula o consumo e a associação positiva.
 

Materna: Fast-food pode? Qual acordo os pais devem fazer com os filhos?

Tatiane: Embora seja saboroso, desde cedo a criança precisa entender que a alimentação fast-food não pode virar rotina, já que apresenta uma quantidade excessiva de gordura, sal e calorias; portanto, precisa ser restrita. O ideal é combinar com a criança que uma vez por mês ela comerá o fast-food desejado.

No lugar da proibição, que acaba gerando maior interesse na criança, os pais devem optar pelo esclarecimento acerca desse tipo de comida e consequente educação alimentar.
 

Materna: O que você indica que vá dentro da lancheira da criança? E como montá-la deixando pais e filhos felizes?

Tatiane: Além de saciar a fome do seu filho, essa refeição também precisa ser saudável e nutritiva, mas isso não significa que ela deva ser sem graça ou com tantas proibições. A montagem da lancheira vai depender do horário em que a criança vai à escola.

Para crianças que estudam de manhã, por exemplo, e só tomam leite no café da manhã, o lanche deve ser mais completo. Um líquido, uma fruta, uma proteína (queijos, por exemplo) e um carboidrato (pães e bolos) devem fazer parte da refeição.

Já se a criança teve um café da manhã completo ou se o lanche for no período da tarde, pode escolher duas das quatro opções acima.  É preciso tomar cuidado na conservação dos alimentos. Frios, leite, requeijão e iogurtes, por exemplo, devem ficar na parte mais alta da geladeira, nunca na porta, uma vez que ali os alimentos ficam suscetíveis à alteração de temperatura.

Colaboração: Tatiane Trevilato

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Bolo integral de maçã

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3 ovos
1 xícara (de chá) de leite
2 xícaras (de chá) de açúcar mascavo
½ xícara (de chá) de óleo de canola ou girassol
2 xícaras (de chá) de farinha integral fina
1 xícara (de chá) de farinha de trigo
1 colher de fermento em pó
2 maçã em pedaçinhos
¼ xícara (de chá) de castanha-do-pará picadas

MODO DE PREPARO

1) Bater no liquidificador os ovos, o leite, o açúcar e o óleo.

2) Em seguida colocar em uma tigela e acrescentar as farinhas, a maçã picada, a castanha e por último o fermento em pó.

3) Colocar em uma assadeira untada. Decorar com maçã fatiada e colocar por cima açúcar mascavo e canela.

4) Assar em forno quente. Assadeira de preferência aro removível

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Torta de legumes

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Ingredientes

4  ovos grandes
1/2   xícara óleo
1/2 xícara leite
1/2 cebola picada
200 grama(s) abóbora picada
1 xícara(s) farinha de trigo
1 colher(es) de sopa fermento em pó
500 grama(s) queijo-de-minas padrão cortado em cubos
1/2 unidade(s) brócolis japonês cozido e picado (só as flores)
 Para untar e enfarinhar: manteiga e  farinha de trigo

Modo de fazer

1. Preaqueça o forno em temperatura média (180 C)
2. Unte e enfarinhe uma assadeira  média (25cm de diâmetro). Reserve.
3. Em um liquidificador coloque os ovos, o óleo, o leite, a cebola picada e bata por 3 minutos. Junte a abóbora e bata por mais 3 minutos ou até que fique cremoso. Passe para uma tigela.
4. Adicione a farinha, o fermento, o queijo, o brócolis e misture até que a massa fique homogênea. Coloque na fôrma reservada e leve ao forno por 45 minutos ou até que um palito, depois de espetado na massa, saia limpo.
5. Desenforme o bolo ainda morno. Sirva morno ou frio.
6. Variação: se desejar você pode substituir metade do queijo por palmito picado

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Salada de grão de bico e cenoura

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Ingredientes

1 xícara(s) (chá) de grão-de-bico
1 unidade(s) de cenoura em rodelas
1 talo(s) de salsão picado(s)
4 colher(es) (sopa) de salsinha picada(s)

Molho

1 unidade  de cebola picada
4 colher(es) (sopa) de água
2 colher(es) (sopa) de azeite de oliva
3 colher(es) (sopa) de vinagre branco
2 colher(es) (sopa) de mostarda
quanto baste de sal

Modo de fazer

Deixe o grão-de-bico de molho de um dia para o outro. Cozinhe-o com a cenoura até ficarem macios. Escorra e reserve. Prepare o molho: coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata bem. Em uma travessa, arrume o grão-de-bico no meio e as rodelas de cenoura em volta. Distribua por cima o salsão e a salsinha. Regue com o molho e sirva.

Come filho!

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Como ensinar as crianças a comer verduras em vez de massas e frutas em lugar de doces. Os pratos e os esportes que ajudam as famílias a comer de forma inteligente
 
 
Redação Época

Um menino de 5 anos nascido na década de 1970 podia se sentir seguro para encarar os valentões da escola se tivesse 1,08 metro – a altura média entre seus coleguinhas na época. Hoje, são necessários pelo menos 4 centímetros a mais para se garantir. A espichada, que se repetiu em outras faixas etárias e equiparou o crescimento de nossas crianças à média mundial, é um indicador de que o prato dos brasileiros nunca esteve tão cheio. Nos últimos 20 anos, o número de desnutridos crônicos caiu de 19,6% para 6,8%.

Só que o crescimento vertical dos brasileirinhos veio também acompanhado de um vertiginoso crescimento lateral. Um levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que, nos últimos 30 anos, triplicou o número de crianças com idade entre 5 e 9 anos acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Hoje, 33,5% pesam mais do que deveriam. Pelo menos 14% delas já são consideradas obesas.

Alarmados com estatísticas como essas, autoridades de saúde pública, médicos e nutricionistas de vários países passaram os últimos anos esquadrinhando o comportamento e os hábitos das famílias. Descobriram como os costumes alimentares – bons ou ruins – pesam na balança. Acabaram produzindo recomendações para pais que querem rechear o prato e a vida dos filhos de saúde. Nesta edição especial Corpo & Mente, ÉPOCA traz medidas simples e eficazes para melhorar a alimentação das crianças. Apresentamos as raízes psicológicas dos maus hábitos alimentares, descrevemos os cardápios adequados para as crianças e discutimos, por meio de exemplos, como é possível fazer uma boa educação do paladar.

Hoje, o cardápio da maior parte das crianças está desajustado. Elas comem pouco daquilo que deveriam: leite e derivados, frutas e verduras, arroz e feijão. E excessivamente daquilo que não deveriam. O refrigerante substituiu o leite, os lanches tomaram o lugar das refeições, doces e balas são ingeridos a toda hora… O resultado é uma nova forma de desnutrição na abundância. “É o que chamamos de fome oculta”, diz a nutricionista Fernanda Pisciolaro, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica. “As crianças estão carentes de micronutrientes, como vitaminas e minerais, e não de energia.” A sensação é de barriga cheia, mas o corpo sente a falta de nutrientes importantes.

A mudança dos hábitos alimentares está ligada ao aumento da renda das famílias nos últimos anos. O número de crianças obesas e acima do peso aumenta à medida que a renda das famílias cresce (leia o quadro abaixo). Os ponteiros da balança sugerem que, vencida a primeira batalha – pôr comida no prato de milhões de brasileiros –, é preciso atacar um novo problema: a qualidade da alimentação.

Ao se tornar acessíveis, os alimentos industrializados promoveram uma revolução negativa. “O consumo desses produtos virou sinônimo de status”, diz o pediatra Claudio Leone, da Universidade de São Paulo. As refeições ganharam o reforço de massas prontas, empanados de carne, hambúrgueres. Conquistaram as crianças pelo sabor e os pais pela praticidade. “Ficou mais fácil alimentar filhos lançando mão da oferta gritante de alimentos industrializados”, diz a nutricionista Cristina Pereira Gaglianone, da Universidade Federal de São Paulo, atualmente na Universidade Central da Flórida, nos Estados Unidos.

O empenho em aprimorar a alimentação infantil deriva de estudos científicos que mostram como a dieta equilibrada faz mais do que apenas garantir silhuetas esbeltas. Ela também influencia o desenvolvimento da inteligência. Neste mês, pesquisadores da Universidade de Bristol, na Inglaterra, publicaram um estudo que relaciona os hábitos alimentares à inteligência. Numa pesquisa com 4 mil crianças de 8 anos, concluíram que aquelas cuja alimentação era rica em açúcar e gordura tinham 2 pontos a menos no quociente de inteligência. O efeito foi preponderante nas crianças que tinham alimentação pior até os 3 anos, fase em que o desenvolvimento cognitivo é acelerado.

O padrão alimentar também pode favorecer a concentração e melhorar o desempenho escolar. Num estudo com 120 adolescentes, o psicólogo britânico David Benton, da Universidade Swansea, no País de Gales, concluiu que as meninas que consumiam mais junk food tinham deficiência de vitamina B1 e se mostravam irritadiças. Depois de dois meses recebendo 50 gramas diárias da vitamina (que atua no sistema nervoso), as meninas relataram mais disposição e facilidade para organizar as ideias.

Tornar o prato das crianças mais saudável pode ser a chave para prevenir o aparecimento de doenças no futuro. As generosas porções de açúcares e gorduras que fazem refrigerantes, biscoitos e salgadinhos irresistíveis ao paladar também alteram o funcionamento do organismo. Aumentam a quantidade de açúcar no sangue e favorecem o acúmulo de gordura nas artérias, fatores que podem levar a criança a desenvolver doenças como diabetes e hipertensão. “Muitas crianças não são obesas, mas estão com níveis de gordura elevados no sangue, por causa da dieta inadequada”, diz a pediatra Lilian Zaboto.

“A alimentação desregulada de hoje pode originar uma geração de adultos doentes no futuro”, diz a cardiologista Rosa Celia Barbosa, fundadora do projeto Pro Criança Cardíaca, no Rio de Janeiro. Ela nota nas crianças que chegam a seu consultório as consequências da alimentação inadequada. Dos 2 mil pacientes atendidos por sua equipe, pelo menos 50% apresentam nível de gordura no sangue superior ao recomendado. Nos Estados Unidos, o resultado de um estudo conduzido pela pediatra Geetha Raghuveer, pesquisadora da Universidade do Missouri-Kansas, causou surpresa. Geetha analisou a espessura interna das artérias que levam sangue do coração ao cérebro em 70 crianças com mais de 6 anos. Descobriu que, por causa do acúmulo de gordura, as paredes dos vasos tinham 0,45 milímetro, espessura compatível com a de adultos de 40 anos.

Tais estudos sugerem um futuro tenebroso, caso a obesidade infantil não seja contida. Trata-se, porém, de uma realidade que felizmente podemos mudar. A melhor receita para ensinar as crianças a comer direito é uma mistura de educação e informação. Um bom começo você encontra nos links abaixo.

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